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À partir de 2010, após o grande terremoto, milhares de imigrantes haitianos chegaram ao Brasil, sobretudo pelo norte do país.
O futuro tem muitos nomes é uma série de retratos, feitas em Manaus, em 2014; fotografias diretas, olhares frontais, captados em película de grande formato. Corpos austeros, alternando incertezas e expectativas de um recomeço. É essa ambiguidade que me interessa na fotografia.
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